
O futuro não é dos mais técnicos, é dos mais humanos
A cada semana surge uma nova tecnologia: uma inteligência artificial mais veloz, um sistema mais preciso, um algoritmo mais sofisticado. Vivemos cercados de técnica.
Marketing, inteligência artificial, comunidade, comportamento e liderança, com a voz do Clã: direta, humana e sem fórmula pronta.

A cada semana surge uma nova tecnologia: uma inteligência artificial mais veloz, um sistema mais preciso, um algoritmo mais sofisticado. Vivemos cercados de técnica.



O perfil “Boa Aventura” na Floripa É e a entrevista sobre vídeo para pequenas empresas na Gestão & Negócios PME. As páginas de verdade, o contexto de cada matéria e o que continua valendo.

Descubra um guia completo e dicas essenciais sobre redes sociais. Aprenda a usar as plataformas de forma eficaz para uso pessoal ou para impulsionar seu negócio.

Essa é uma teoria. Uma história contada do futuro. O que irá acontecer até 2027?

Se você está começando e quer se destacar de verdade, aqui vão 3 erros comuns que vejo em campanhas locais, e o que você pode fazer diferente.

Nunca estivemos tão conectados. Nunca estivemos tão dispersos. Estudos recentes mostram um fenômeno já sentido na pele: a atenção fragmentada. Saltamos entre notificações, abas, reuniões online e mensagens instantâneas.

A cada semana surge uma nova tecnologia: uma inteligência artificial mais veloz, um sistema mais preciso, um algoritmo mais sofisticado. Vivemos cercados de técnica.

Você pode esconder. Pode disfarçar. Pode pintar de cores bonitas, contratar designers e usar palavras polidas. Mas a sombra que você tenta negar, cedo ou tarde, atravessa a sua marca.

A cada scroll, números: curtidas, comentários, engajamento, alcance. Transformamos relações em dados, presenças em gráficos, emoções em relatórios.

Vivemos na era das vozes. Todo mundo fala, opina, posta, publica. É uma enxurrada de flechas disparadas sem direção. Mas flecha sem alvo é só barulho atravessando o ar.

Estamos sempre conectados, mas nunca estivemos tão ansiosos. As notificações que prometem vínculo entregam inquietação. A rolagem infinita que deveria aproximar, afasta. O “online” constante não é comunhão, é dependência.

O feed te mostra o que quer que você veja. Mas o instinto te mostra o que você precisa sentir. Em um mundo regido por algoritmos, onde tudo é curadoria externa, o risco é acreditar que a tela sabe mais do que a pele.

Vivemos em um tempo onde todo mundo fala. Redes sociais transformaram cada voz em microfone aberto. Lives, podcasts, posts, stories, todos querem dizer algo, todos querem ser escutados.

Vivemos em uma era onde tudo precisa ser dito, registrado, compartilhado. Cada gesto pede legenda. Cada pensamento vira post. Cada silêncio parece suspeito. Mas existe uma força esquecida: a do silêncio.

A inteligência artificial é a palavra mais repetida do nosso tempo. Cada conferência, cada manchete, cada pitch de startup carrega o mesmo refrão: “o futuro é a IA”. Mas o futuro não é hype.

Há dois tipos de gente nesse tempo de ruído tecnológico. Os que veem a inteligência artificial como muleta, dependência, atalho preguiçoso, placebo digital.

As redes sociais nos seduziram com uma promessa: se você aprender a falar a língua do algoritmo, será visto, ouvido e reconhecido. Mas essa é uma meia-verdade. O algoritmo não entende alma.

Toda semana nasce uma nova IA com a mesma promessa: “não precisa mais de social media, nós fazemos tudo para você”. Automação de posts, calendário de conteúdo, legenda pronta, hashtag inteligente, relatório bonito.

No meio da gritaria das redes sociais, algo curioso está acontecendo: os fóruns online, aqueles espaços da “velha internet”, onde pessoas se reuniam para discutir temas específicos, estão voltando.

Já reparou? Todo mês tem uma IA nova no feed. Mais poderosa. Mais “inteligente”. Mais pronta pra fazer o que você ainda procrastina. Enquanto isso, gente que sabe muito continua parada.

Liderar equipe já não é como antes. A inteligência artificial implodiu a ideia de que o líder precisa saber tudo, estar em cima de cada detalhe, controlar cada decisão.

Vivemos na era da gritaria digital. Todos querem falar, poucos querem ouvir. O algoritmo premia quem produz barulho, quem solta mais posts, mais vídeos, mais cortes. Mas o excesso de voz gera o vazio do sentido.

Tem gente tratando o futuro como se fosse um unboxing. Mais um modelo. Mais uma ferramenta. Mais um update. Como se o amanhã fosse só mais um produto de lançamento. Mas o futuro não chega embalado em código.

Tem gente tratando inteligência artificial como se fosse só tecnologia. Um monte de linha de código que resolve tarefas, economiza tempo e gera eficiência. Mas a IA não é só ferramenta.É espelho.

Na lógica das redes sociais, tudo gira em torno de seguidores. Quantos você tem, quanto crescem, quanto engajam. Mas no Clã, essa métrica não faz sentido. Porque seguidores seguem. Aliados caminham.

Todo mês parece surgir um novo modelo de inteligência artificial. GPT isso, Claude aquilo, Gemini mais não sei o quê. Os nomes mudam, os lançamentos chegam, os vídeos bombam.

Vivemos intoxicados pelo novo. Cada scroll é mais uma promessa: a nova IA, o novo app, a nova rede, o novo modelo que “vai mudar tudo”. A ansiedade pelo próximo passo virou religião. Só que essa fé cega é frágil.

As redes sociais abertas estão em crise. O excesso de barulho, o domínio dos algoritmos e a superficialidade das conexões geraram um cansaço coletivo.

Elas estão correndo. Meta, Google, Amazon, Microsoft, Apple. Correndo para lançar o modelo mais rápido, mais inteligente, mais “humano”. Correndo para adquirir startups, absorver talentos, marcar presença no feed.

Hoje, toda marca quer ter uma comunidade. É o novo hype. Do Telegram ao Discord, do grupo de WhatsApp aos clubes de assinatura, todos vendem a promessa de que estão criando uma “tribo”.

O individualismo é sedutor. Ele promete velocidade, autonomia, liberdade total. Você olha para os “cases” dos grandes empreendedores e percebe um padrão: todos contam a história como se fossem heróis solitários.

A palavra comunidade foi sequestrada pelo marketing digital. Hoje, qualquer grupo de seguidores no Instagram é chamado de comunidade. Qualquer canal no WhatsApp é vendido como comunidade. Mas não é.

A promessa da era digital é simples: você pode viver sozinho, conectado apenas por telas, construindo sua carreira, sua imagem e seus relacionamentos em ilhas particulares. Parece liberdade. Parece autonomia.

Muitos acreditam que liderança é ocupar espaço com palavras. Que um líder de verdade é aquele que tem sempre algo a dizer, sempre uma resposta pronta, sempre o discurso mais eloquente da sala.

Por muito tempo, liderança foi sinônimo de controle, pressão e metas agressivas.

Vivemos na era dos manuais. Manual de liderança, manual de sucesso, manual de marketing, manual de como ser humano em cinco passos. Mas a vida não cabe em PDF.Nem o trabalho. Nem as relações. Nem a criação.

Empreender sempre foi um ato solitário. Mas algo mudou: agora as jornadas não acontecem apenas no silêncio do escritório, no suor invisível das madrugadas. Elas são narradas em tempo real.

A queda tem má fama. É tratada como derrota, como prova de fraqueza, como sinal de que alguém não estava pronto. Mas há um erro profundo nessa visão. A queda não é fim. É transição. É rito de passagem.

Na tradição rúnica, Dagaz simboliza a aurora. É o instante em que a noite encontra o dia, quando as trevas se rompem para dar passagem à luz. Não é apenas o nascer do sol, é a virada, a ruptura, a revelação.

Liderança não é sobre o brilho de um palco ou a força de uma voz que se impõe. Liderança é sobre aquilo que se constrói em silêncio, ouvindo o que outros têm a dizer.

Empreender não é slide motivacional. Não é foto em evento com hashtag inspiradora. Não é frase de efeito dita no palco. Empreender é pele: porque se sente na carne.

Silencie as notificações. Apague o aplicativo. Desconecte-se por um fim de semana. Chamamos isso de “detox digital”, e ele já virou tendência.

A palavra fracasso ainda carrega peso de vergonha. Ela é usada como ameaça nas escolas, como rótulo nas empresas, como sentença nas vidas pessoais. Mas precisamos desarmar essa palavra.

Há promessas que piscam como letreiros de neon: seguras demais, baratas demais, milagrosas demais. Elas brilham agora… e apagam amanhã.

Vivemos cercados por algoritmos que preveem comportamentos, IAs que escrevem textos, aplicativos que mapeiam desejos. Tudo parece calculável. Tudo parece antecipado. Mas há algo que o sistema não captura.

Toda luz que vemos no mundo vem de um fogo que primeiro queimou em silêncio. A estrela só brilha porque está em combustão. A chama só aquece porque ardeu em sua própria matéria.

O campo de batalha digital está lotado de soldados sem munição. Eles lutam por likes, corações e palminhas digitais, como se fossem troféus de guerra.

O TikTok não é só uma rede social.É um espelho de desejos, um campo de batalha pela atenção, e agora, uma vitrine global com botão de compra.

Há uma diferença gritante entre criar contexto de decisão e fabricar pânico. Entre conduzir uma escolha consciente e empurrar com medo. E é aqui que o marketing de escassez tem sido mal interpretado, e pior: mal aplicado.

O barulho publicitário já não convence. Telas cheias, feeds lotados, banners piscando. É tanto ruído que a atenção virou bem escasso, e o silêncio, ativo de luxo.

Durante anos, o marketing de influenciadores foi tratado como o “Santo Graal” das marcas. Bastava pagar uma celebridade digital, e o público seguiria como rebanho fiel.

Vivemos na era do excesso. Excesso de posts, de anúncios, de promessas, de palavras jogadas sem direção. No meio desse turbilhão, muita copy não passa de barulho de fundo.

O marketing correu décadas atrás de telas. Pixels, métricas, cliques. Transformou pessoas em dados, desejos em funil, atenção em moeda. Mas o futuro não cabe em dashboards.

O bandido de rede social não quer sua carteira. Quer sua mente. E se você não perceber, vai entregar de graça.

"A IA não é ameaça. É o teste de pureza do seu trabalho."

"Quem precisa de muitas palavras para convencer, geralmente não tem nada a dizer."


Toda semana uma marca “abraça uma causa”.Publica post no Dia da Terra, pinta a logo de arco-íris em junho, faz campanha contra preconceito em datas escolhidas. Mas quando a cortina fecha, o caixa não mudou.

Mudar cor, logo ou slogan é fácil. Difícil é mudar a alma de uma marca. E é aí que mora a armadilha: todo mês surge um “novo rebranding” que promete reposicionamento, futuro brilhante e conexão inédita com o público.

A agência foi fundada a 8 anos atrás pela Clau Boaventura com o intuito de inovar o Marketing Digital e trazer uma nova perspectiva deste meio.


Mais uma vez Clau Boaventura deixa sua marca registrada! Ela foi, nada mais nada menos, do que a estampa da entrevista na revista Gestão e Negócios, com o seguinte tema: novas tecnologias e importância dos vídeos na comunicação.

Essa foi a pergunta que mais fiz nos últimos 10 anos. Lá em 2010 já assistia a grande Youtubers e ficava me questionando: quando faria meu canal? usaria minha voz?

Confira abaixo minha LIVE com a @mitra_granfar, sobre o Marketing Digital e Psicanálise.

As Redes Sociais não são suas! Por que ter um site próprio é tão importante Mais um pedaço da super live, especial com o Rodrigo, do Instagram @tiaeugeniaarquiteta.

Nessa live super especial com o Rodrigo, do Instagram @tiaeugeniaarquiteta, uma das perguntas foi: Qual a diferença entre Marketing Digital e Redes Sociais?

Mais um pedaço bem legal da live super especial com o Rodrigo, do Instagram @tiaeugeniaarquiteta: CONSISTÊNCIA É RAINHA Uma das dicas mais importantes que dou para os alunos é: Encontre a sua voz, o seu conceito e trabalhe todos os seus...

O SEO é uma ferramenta muito importante no processo de marketing digital, porém ainda pode ser visto como algo extra e que não é tão imprescindível assim para a divulgação de uma empresa online.

Planejar é uma ação essencial principalmente na atualidade onde o mundo está cada vez mais digital, onde as mudanças acontecem de forma muito rápido.
Iniciar um novo projeto é uma tarefa que exige preparo e dedicação. É preciso definir objetivos e metas. Ao ter uma ideia, o primeiro passo é a sua validação.

A internet existe para ser usada a nosso favor, e uma das melhores maneiras de fazer isso é apostando na publicidade online.
SEO é o termo utilizado para definir a otimização nos sistemas de busca, ou seja, fazer com que um site seja facilmente encontrado. Quem tem uma empresa no mundo virtual já está familiarizado com o termo.
Uma das principais estratégias de marketing em que todos os especialistas precisam se dedicar é sobre o posicionamento de marca.
Growth Hacking é um conceito inovador que define um conceito que tem como objetivo de aumentar o número de usuários de um produto, serviço e até mesmo página da web.
Nossa CEO Claudia Boaventura escreveu para a coluna do jornal Notícias do Dia: O número de internautas no Brasil superou metade da população em 2014, pulando de 49,4% em 2013 para 54,4%, com mais de 95 milhões de pessoas acessando a...
Com mais de 10 anos de mercado em Blumenau, a Authentika Joias e Optica é a casa da excelência e do bom gosto.
No último sábado, 2 de abril, marcamos presença na sala de aula.
Toda marca precisa se reinventar, e na agência essa é uma máxima constante nas reuniões de criação. Cada oportunidade de apresentar mudanças que tragam resultados positivos para nossos clientes é aproveitada.
Há pouco mais de 5 meses atendendo a conta da MakeupMe, de Blumenau, nossa equipe de Planejamento e Gestão de Mídias Sociais revitalizou a identidade e otimizou o relacionamento da marca com seus clientes.
Na última quarta-feira (27), estreou no canal Acontecendo Aquia mais nova série de vídeos do portal.
Estar atento ao comportamento do público nas redes sociais abre portas para ações que realmente entreguem resultados.
No dia 22 de Setembro, nossa CEO Claudia Boaventura ministrou uma palestra intitulada “Resultados de Cases Reais com Marketing Digital” para 100 alunos e professores da UDESC, no campus da ESAG, Escola Superior de Administração e Gerência.
De pai para filha, a Zorah iniciou suas atividades em 1993 ainda como Julesca Malhas e Tecidos atuando no mercado de confecção de produtos de malha e vestuário.
O ambiente virtual é, sem sombra de dúvidas, um importante aliado de empresas e marcas na gestão de seus negócios.
Promover debates e discussões inteligentes é um dos melhores objetos de uso das redes sociais.
Com a otimização da usabilidade do site do Shopping Itaguaçu além dos resultados benéficos à navegação, uma outra métrica do site teve uma atualização com resultados expressivos: a taxa de rejeição.
O trabalho de mídias sociais desenvolvido pela equipe da agência para a Macarronada Bonassoli vem gerando bons frutos com postagens de grande alcance entre os usuários de Twitter, Instagram e principalmente, Facebook.
Investir no e-commerce é um bom negócio para empresas que procuram estar inseridas no meio online com linearidade, e além disso é sinônimo de garantia da abrangência territorial de seu negócio.
Modernizar uma marca não é algo feito apenas com um banho de design em seu logotipo ou recriando o slogan. Todas essas etapas são parte do processo, mas o essencial é descobrir se existe um motivo real para tal mudança.
Visando firmar a presença online da The Garage Custom Tees e fidelizar seu público, a equipe da agência criou um projeto de reposicionamento para a marca.
Quando planejamos o gerenciamento da conta de um cliente, algumas prioridades são definidas em particular, afinal cada cliente é único.
Com hospedagem no Iluria, uma das plataformas de e-commerce mais intuitivas e de fácil acesso, a nova loja da DNA Fight possui usabilidade mais avançada e descomplicada em relação à anterior.
Encontrar seu público e saber como conquistá-lo é parte essencial na gestão de uma marca.
Aplicando um layout completamente responsivo e seguindo um modelo cromático que vai de encontro aos padrões do empreendimento, o novo site do Parque Vale Verde traz menus mais práticos e acessíveis além tornar mais fácil a opção de...
Atendendo a Schaefer há dois anos, desenvolvemos e acompanhamos o trabalho de gestão de suas mídias sociais desde as primeiras etapas do processo.
Atualmente, 60% dos acessos a páginas da internet são provenientes de dispositivos móveis.
Combinando a precisão que o mercado de vinhos exige, a equipe de conteúdo e programação da agência reformulou o site da Decanter, trazendo nova usabilidade e mais facilidade para o consumidor.
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