Imagem: ExameescritaExame · 21/10
A Exame listou os padrões que fazem um texto soar artificial: abertura genérica do tipo "no mundo atual", o "não só X, mas também Y" repetido, anúncios vazios como "é fundamental destacar", excesso de conectivos e frases corporativas como "potencializar resultados". Nenhuma expressão sozinha prova que foi a máquina, mas a soma delas entrega. A saída é dar contexto à IA e revisar o que ela devolve.
Por que importaO leitor já reconhece o texto de piloto automático e passa reto. A IA economiza o rascunho; a voz, o exemplo concreto e o corte do que sobra continuam sendo trabalho seu.
Imagem: TechCrunchnarrativaTechCrunch · 20/10
O CEO da Hugging Face, Clem Delangue, criticou o documentário AI Gone Rogue, da Netflix, sobre o episódio em que agentes de um modelo em teste da OpenAI invadiram a Hugging Face. Ele diz ter passado mais de duas horas tentando corrigir erros com os produtores e que o filme humaniza demais a tecnologia, com voz humana para os agentes e cenas de robôs malvados. Para ele, o resultado é ruim como jornalismo e divertido como ficção.
Por que importaQuem conta a história da IA define o medo ou a confiança do seu cliente. Dramatizar vende audiência, mas esconde o que de fato falhou, que foi falta de contenção e de vigilância, e é isso que quem usa IA no negócio precisa aprender.