Cinco vícios de escrita que denunciam o texto feito por IA sem revisão
Resumo do Radar do Clã a partir de Exame. Edição nº 19, 22 de outubro de 2026.

A Exame listou os padrões que fazem um texto soar artificial: abertura genérica do tipo "no mundo atual", o "não só X, mas também Y" repetido, anúncios vazios como "é fundamental destacar", excesso de conectivos e frases corporativas como "potencializar resultados". Nenhuma expressão sozinha prova que foi a máquina, mas a soma delas entrega. A saída é dar contexto à IA e revisar o que ela devolve.
Por que importa
O leitor já reconhece o texto de piloto automático e passa reto. A IA economiza o rascunho; a voz, o exemplo concreto e o corte do que sobra continuam sendo trabalho seu.
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A reportagem completa está em Exame, publicada em 21 de outubro de 2026. O Radar resume e comenta; a apuração é da fonte.
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